Política

JOÃO PESSOA: por decisão de juiz eleitoral, estão suspensos, comícios, carreatas e arrastões por 15 dias

JOÃO PESSOA: por decisão de juiz eleitoral, estão suspensos, comícios, carreatas e arrastões por 15 dias

Na reunião entre os partidos, coligações e autoridades de segurança pública do município de João Pessoa, na tarde desta quinta-feira (01), com o juiz da 76ª Zona Eleitoral ficou acertado que grandes eventos não serão realizados nos próximos 15 dias. Carreatas, comícios, arrastões e demais eventos de grande aglomerações não podem ser realizados assim como ficou acertado em Campina Grande. Das pessoas presentes apenas três se posicionaram contrárias a essa medida.

Na reunião, as coligações puderam apresentar suas posições quanto aos eventos. “Estou aberto a diálogos com todos vocês”, frisou o juiz da 76ª Zona Eleitoral, Adhailton Lacet Correia Porto. Outras reuniões devem ser realizadas para discutir a temática no prazo entre 15 e 20 dias. Quanto as questões de prevenções da doença, o juiz destacou que cabem a cada um utilizar os métodos já previamente conhecidos de prevenção ao novo coronavírus.

“O que eu aceitei a proposta sensata e com o que foi previamente agendado”, afirmou. As caminhadas com poucas pessoas estão permitidas. Já os comícios, carreatas, arrastões ficam proibidos, sejam com uso de veículos, bicicletas ou cavalos. Também foi apresentado o sistema AgendaRua para as eleições municipais de 2020 na Capital. Nesse será feito o agendamento de eventos relacionados à campanha eleitoral. O juiz Adhailton Lacet Correia Porto demonstrou também a preocupação do TRE-PB com relação à propaganda de rua, especificamente os arrastões, as carreatas e os comícios, tendo em vista a pandemia do novo coronavírus.

O juiz comentou que são 14 candidatos a prefeito e destacou prazo de 48 horas para agendamento de eventos. “A fiscalização será feita pelas polícias e também com participação dos agentes do TRE-PB”, afirmou, destacando que em alguns municípios estão proibindo a realização de grandes eventos. “Nos chegou ao conhecimento de vídeos de cenas um pouco preocupantes porque nós temos as bandeiras que foram fornecidas pelo protocolo da Secretaria de Saúde”, afirmou.