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Marcão reconhece atuação ruim do Fluminense: "tarde para ser esquecida"

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O técnico Marcão fez questão de destacar, mais de uma vez, o desempenho abaixo do Fluminense na primeira etapa contra o Bahia na Arena Fonte Nova, hoje (5). Na coletiva após a derrota por 2 a 0 na 37ª rodada do Brasileirão, o treinador do Tricolor carioca citou isso mais de uma vez e também destacou a melhora após o intervalo.

"Uma tarde ruim. A gente veio de um jogo forte e optamos por manter a equipe. Por isso, a escolha. Fizemos bons treinamentos na semana com essa formação. Só que o primeiro tempo foi muito ruim, tanto vocês como nós cobramos. Voltamos diferentes, mas já tínhamos tomado dois gols. Colocamos mais dois homens para ficar com a bola e tomamos o controle do jogo. Perdemos algumas oportunidades em uma tarde para ser esquecida. A cobrança é toda nossa, interna. É concentrar para que tudo de fizemos de ruim não se repita na quinta", contou.

"O primeiro tempo foi muito ruim, não é o jogo que estamos acostumados a ver. Tivemos erros individuais, mas é lógico que a responsabilidade é nossa em dividir isso. Para você voltar no jogo, com 2 a 0 contra... Tentamos mexer e até conseguimos ter o controle no começo do segundo tempo, mas, infelizmente, não foi revertido em gols. Primeiro tempo muito abaixo. Vou bater nessa tecla, pois foi muito ruim, de uma forma que não estamos acostumados a jogar", emendou.

Na volta do intervalo, o comandante sacou André e Caio Paulista para estradas de Martinelli e Cazares, respectivamente. Depois do jogo, Marcão explicou o que buscou com as mudanças.

"Na verdade, o André tomou uma pancada no final do primeiro tempo e eu precisava tirar um volante para colocar uma peça que tivesse mais a posse. A escolha foi pela pancada. Em relação a regularidade, nosso torcedor e a gente se cobra. Esses jogos fora fizeram a diferença negativamente. Não conseguimos impor o mesmo ritmo que temos ao lado do nosso torcedor. Todo mundo se dedicou na semana, mas o primeiro tempo não aconteceu. É entrega total para a última partida, esquecer o que fizemos. Conversar bastante, trazer o torcedor para o nosso. Acredito que eles vão lotar nosso estádio e nos abraçar para conquistar esse resultado importante.

"Na verdade, fizemos uma análise do jogo passado contra o Atlético-MG. A gente entendeu que era um lado perigoso e, taticamente, o Caio nos ajuda bastante. Optamos por ele por questão tática defensiva. A gente já tinha perdido o Marlon, o David e não queria mudar o lado todo, por isso mantivemos o Caio. Infelizmente não foi assim e, no intervalo, entendemos que precisa de alguém para controlar o jogo", encerrou.