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Neymar é acusado de planejar assalto armado, diz site

Neymar é acusado de planejar assalto armado, diz site

O brasileiro Neymar está sendo acusado de planejar um assalto armado. A acusação acontece por parte do suplente de deputado estadual, Agripino Magalhães. O ativista dos direitos LGBTQI+ entrou com processo no Tribunal de Justiça de São Paulo contra o jogador do PSG e da Seleção Brasileira depois de denunciar supostas práticas de homofobia por parte de Neymar. A informação é do site IG.

Agripino, que também é suplente de deputado estadual, alega no processo que tem que se esconder por medo das ameaças de morte. Ele também diz que tiraram o seu celular com todas as conversas entre ele e a pessoa que o ameaçava de morte e que esse roubo foi a mando de Neymar e do advogado dele.

A defesa do suplente de deputado estadual afirma, no processo, que ele foi ameaçado de morte e que o autor das ameaças, supostamente, seria o advogado de Neymar, e que esse teria dito que o ativista seria morto caso não aceitasse o valor de R$ 350 mil.

Após as negativas de Agripino, Davi de Paiva teria armado o assalto que foi feito para levarem o celular do ativista contendo provas contra o jogador e que só não foi morto na ocasião porque a arma não disparou.

O ativista conta no processo que está fugindo e se escondendo por medo de ser fuzilado e que, por causa disso, está gastando muito dinheiro, além de estar sem renda. Antes da ameaça ele trabalhava ganhando R$ 3.500, que acabou largando o emprego para fugir e que toda essa situação já lhe custou R$ 42 mil para fugir das ameaças de morte que vem sofrendo.

Além do R$ 1 milhão por danos morais, Agripino pede R$ 42 mil por danos materiais e R$ 5 mil por mês durante o processo até cessarem as ameaças.

Entenda

Agripino entrou com ação contra Neymar após o então padrasto dele, Tiago Ramos, machucar a mão por supostamente ter desferido golpes em uma mesa de vidro. O jogador teria chamado o então padrasto de “viadinho” e “aquele dá o c* do car*lho” em uma conversa com amigos no site de lives para jogos online, Twitch. Um amigo do craque chegou a falar sobre fazer justiça com as próprias mãos dizendo: “vamos matar, enfiar um cabo de vassoura no c* dele“, afirmou.

Agripino, ao receber a notícia da conversa de Neymar, denunciou o jogador, pedindo a prisão preventiva dele, assim como a apreensão de seu passaporte e uma indenização de R$ 2 milhões, que pretendia doar a ONGs que atendem o público LGBTQI+. Na época o Ministério Público não aceitou a denúncia e acabou arquivando o caso.

No entanto, após ter feito a denúncia, o ativista passou a receber denuncias e acabou denunciando Neymar novamente e os donos dos perfis que estavam enviando as mensagens de ódio. Dessa vez a polícia aceitou a denúncia e abriu inquérito para a investigação do caso.