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PÂNICO E AGRESSÕES: suspeito de feminicídio contra ex dizia que iria matá-la e depois beber o seu sangue

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Reprodução da Internet

Pânico, agressões e subjugação. Há pelo menos três anos, a rotina de medo imposta pelo ex-companheiro aprisionava Drielle Ribeiro da Silva (foto em destaque), 34 anos, a mulher assassinada na madrugada desta segunda-feira (6/12), na QR 206, em Samambaia Norte. A vítima registrou pelo menos cinco ocorrências contra o suspeito de esfaqueá-la até a morte. Em um dos episódios, Juvenilton Aquino da Costa, 36, gritou que iria matá-la e depois beber seu sangue.

O caso ocorreu em 4 de abril do ano passado, quando o casal já estava separado. Ambos mantiveram relacionamento durante três anos e têm um filho de 6 anos. Na época, Drille contou à polícia que caminhava na direção do portão da residência onde morava seu irmão, quando avistou o ex-companheiro.

No mesmo momento, uma viatura da Polícia Militar passou pela rua, o que teria provocado a ira de Juvenilton. Após a viatura passar, o homem correu em direção a ela e a ameaçou. “Você chamou essa viatura pra mim? Você fica ligeira. Vou te matar e beber seu sangue, sua piranha(sic)”, disse o assassino na ocasião.

O homem ainda tentou agredir Drielle, mas o pai de Juvenilton interviu e o segurou. O caso é apurado pela 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia). Policiais civis foram informados sobre o crime por volta das 8h. O corpo de Drielle estava ao lado da linha do metrô e apresentava diversos ferimentos causados por arma branca. O Corpo de Bombeiros Militar do DF compareceu ao local e confirmou a morte.