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Confira 6 curiosidades incríveis e divertidas sobre os leões

Confira 6 curiosidades incríveis e divertidas sobre os leões
Confira 6 curiosidades incríveis sobre os leões
Foto: Reprodução/ Pixabay

Hoje, dia 10 de agosto, é celebrado o Dia Mundial do Leão. A data tem como objetivo fomentar a adoção de políticas e ações para a proteção dos leões e de seus habitats. Estima-se que atualmente existem somente 20 mil leões no mundo, principalmente na África e na Ásia.

Com sua aparência oponente e forte, os leões (cujo o nome científico é Panthera Leo) são conhecidos como os “reis das selvas”, um título que reflete sua habilidade de conquistar e dominar os outros animais.

A grande maioria das pessoas amam os leões, e principalmente os seus filhotes que são realmente adoráveis. Existem muitos fatos desconhecidos pela grande maioria dos seres humanos sobre esses incríveis animais.

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Separamos as seis maiores curiosidades sobre os leões para celebrar essa importante data:

1- Biotipo

Um leão macho pode pesar entre 150 e 250 quilos e medir quase 2,60 e 3,30 metros de comprimento. Já o peso de uma fêmea varia de 120 a 190 quilos e ela pode medir entre 2,40 e 2,70 metros.

Foto: Reprodução/ pixabay

2 – Velozes

Os leões podem atingir mais de 80 quilômetros por hora em distâncias curtas.

3 – Rugido

O rugido do leão pode ser ouvido a nove quilômetros de distância. Por isso, ele é considerado o “rei da selva”.

Confira 6 curiosidades incríveis sobre os leões
Foto: Reprodução/ Pixabay

4 – Anomalia genética

Em razão de uma anomalia genética podem existir leões brancos. Eles não são albinos e, por isso, não apresentam qualquer sensibilidade ao sol. Sua cor, no entanto, faz deles uma presa fácil nas savanas, já que não conseguem se camuflar. Seus olhos são azuis ou dourados. São encontrados livres na reserva de Timbavati, na África do Sul, onde são considerados sagrados por algumas tribos.

Foto: Reprodução/ Pixabay

5 – Onde vivem os leões

Leões vivem em pastagens, savanas, e em bosques abertos, não na floresta como costumamos imaginar. Esses habitats os dão espaço para perseguir e saltar em cima de suas presas na hora da caçada.

6 – Saltos

Um leão pode dar um salto de até 10 metros de distância.

Caça 

A caça de animais é uma prática retrógrada que, infelizmente, ainda tem muitos adeptos. Graças a essas pessoas, que estão dispostas a caçar e matar um animal apenas por prazer e diversão é que o mercado criminoso continua a crescer.

E como essa realidade já não fosse suficiente brutal, ela está ficando cada vez pior. Exemplo disso são as fazendas especiais dedicadas à criação de milhares de leões com intuito de vendê-los para caçadores.

Uma recente investigação relatou que até 12 mil leões são criados em cativeiros do tipo, sofrendo torturas e maus-tratos para depois serem vendidos para caçadores ricos.

A triste realidade desses animais criados em cativeiros foi revelada por um relatório feito pelo político conservador britânico Lord Ashcroft. No relatório divulgado, Ashcroft tenta ressaltar os excessos e a falta de limite dessa pratica terrível. Além de levantar um alerta para o que isso significa. Com o relatório, ele pretende pôr um fim a essa indústria brutal da caça.

Segundo o relatório, a África do Sul possibilita que mais de 800 esqueletos de leões, criados em cativeiros, sejam exportados por ano. A ossada de um leão custa mais de US$ 100 por quilo, e um esqueleto completo chega a valer até US$ 6 mil.

Para o biólogo Victor Cavalcante Basílio, 26 anos, que atualmente trabalha especificamente com resgate da fauna silvestre, o melhor caminho para amenizar a questão da caça é a criação de áreas de conservação ambiental.

Foto: Reprodução/ Pixabay

“O grande causador da extinção dos animais e dos impactos ambientais é o ser humano. Em relação a caça de leões, a primeira coisa a se fazer é criar unidades de conservação e fiscalizar essas áreas, com guardas armados de preferência, já que caçadores matam também nos parques”, disse o biólogo em entrevista à ANDA.

Victor ainda ressalta que a consciência ambiental é fundamental para extinguir essa prática em todo o mundo.

“É fundamental envolver a comunidade local nos projetos de conservação, direta ou indiretamente, trabalhando nesses projetos ou sendo beneficiados de alguma forma por eles. Quando percebem que aquilo que eles matam e destroem, são mais valiosos, até mesmo financeiramente, vivos e conservados, se tornam grandes colaboradores da natureza. Além disso, o ecoturismo também é uma excelente ferramenta, pois traz pessoas e recursos de fora, aumentando o alcance e impacto na conservação”, concluiu o biólogo.