Política

Ativista de extrema-direita | Sara Winter deixa cadeia com tornozeleira eletrônica

Ativista de extrema-direita | Sara Winter deixa cadeia com tornozeleira eletrônica

A ativista de extrema-direita Sara Fernanda Giromini, conhecida como Sara Winter, e outros cinco integrantes do extinto "Acampamento dos 300" deixaram a cadeia e passaram a ser .

Os homens estavam detidos no Complexo Penitenciário da Papuda, em São Sebastião, em Brasília. Sara e outra militante estavam na penitenciária da Colmeia, no Gama, em Brasília.

A liberação foi feita na tarde de ontem, mas eles só poderão ficar em dois locais: em casa ou no trabalho. Sara Winter possui uma residência na Vila Planalto, em Brasília, mas não se sabe se ela foi para esta casa ou se voltou para o interior de São Paulo, sua origem.

Eles junto com parlamentares aliados do presidente (sem partido) na por suspeita de financiamento e organização de atos a favor da volta da ditadura militar e do fechamento do e do Supremo Tribunal Federal (). O próprio presidente participou de um desses atos, em 19 de abril, mas não é investigado.

O pedido de liberação foi feito pela Polícia Federal. O Ministério Público concordou e o ministro do STF Alexandre de Moraes autorizou a saída da cadeia do grupo de ativistas.

Pela decisão do ministro, Sara e os demais extremistas do extinto "" não poderão manter contato entre si e com os demais políticos, empresários e blogueiros investigados no inquérito da Operação Lume.

Eles deverão indicar o local de residência e de trabalho onde poderão circular. Também deverão ficar a distância mínima de um quilômetro dos edifícios do STF e do Congresso Nacional e das residências dos demais investigados. Os seis extremistas ainda deverão comparecer em juízo para prestar informações regularmente.