País

Estados Unidos retiram Brasil de lista de países em desenvolvimento

Estados Unidos retiram Brasil de lista de países em desenvolvimento

O governo de Donald Trump publicou uma nota nesta segunda-feira, 10, onde informa que retirou o Brasil e outras 18 nações da lista de países consideradas em desenvolvimento. Estar na lista significava ao país ter determinados benefícios comerciais.

Com a norma do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, países como Brasil, Argentina, África do Sul, Índia e Colômbia deixam de ter um tratamento preferencial em negociações. Alguns dos privilégios que essas nações tinham eram prazos maiores para negociar e vantagens tarifárias.

O governo dos EUA afirmou em nota que para tomar a decisão levou em conta “fatores econômicos, comerciais e outros, como o nível de desenvolvimento de um país e a participação de um país no comércio mundial.”

  • Relacionadas
  • Mais Lidas
MundoMundoEx-assessor de Trump pode pegar 9 anos de prisão por mentir no Congresso
MundoMundoIsrael bloqueia exportações palestinas e intensifica guerra comercial
MundoMundoEUA acusam militares chineses de hackear 145 milhões de americanos
MundoMundoApp usado por Netanyahu vaza dados dos 6,5 milhões eleitores israelenses
EntretenimentoEntretenimento1BBB 20: Público pede expulsão de participante após polêmica em festa
EntretenimentoEntretenimento2Os dois nomes mais cotados pela Globo para substituir Luciano Huck
EntretenimentoEntretenimento3Como Manu Gavassi levou Chay Suede para dentro do BBB e expôs a Globo
BrasilBrasil4Minas Gerais tem primeiro caso suspeito de coronavírus no Brasil

Os Estados Unidos dizem ainda que o objetivo com a norma é diminuir o número de nações que estão em desenvolvimento e poderiam receber tratamento especial sem que hajam barreiras contra seus produtos. O órgão norte-americano também levou em conta pedidos de adesão para entrar na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Em encontro com Trump em Washington, em março de 2019, o presidente Jair Bolsonaro pediu apoio à entrada do Brasil na OCDE, abrindo mão do tratamento preferencial na Organização Mundial do Comércio (OMC).

Os Estados Unidos informaram também que, para baixar a norma que muda os status dos países, não consideraram indicadores de desenvolvimento social, como analfabetismo, expectativa de vida ao nascer e taxas de mortalidade infantil.