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Mulher mais velha dos EUA faz 114 anos e ganha homenagens

Mulher mais velha dos EUA faz 114 anos e ganha homenagens

Nascida em 1905, Alelia Murphy, é a pessoa mais idosa do país e recebeu homenagens de sua família e de autoridades de Nova York, onde mora

Mulher mais velha dos EUA faz 114 anos e ganha homenagens

Da EFE

Uma mulher "supercentenária" de Nova York, considerada a pessoa mais idosa dos Estados Unidos, completou 114 anos neste sábado e foi homenageada por sua família e pelos representantes da cidade, informaram veículos de imprensa locais.

Alelia Murphy, nascida em 6 de julho de 1905 em Grifton (Carolina do Norte), foi anunciada como a pessoa mais idosa do país pela organização Gerontology Research Group, que colabora com o Guinness Book, o Livro dos Recordes, após o falecimento em janeiro deste ano de sua antecessora, Lessie Brown, de Ohio, aos 114 anos.

A "supercentenária", como são chamadas as pessoas que superam os 110 anos, comemorou seu aniversário ontem no bairro nova-iorquino do Harlem, onde vive desde os anos 1920, junto de seus familiares e alguns representantes políticos.

Alelia, que durante a juventude trabalhou como vendedora em uma loja, compareceu à festa de aniversário em uma cadeira de rodas, sorridente, adornada com um vestido amarelo e uma coroa, enquanto os convidados cantavam parabéns.

Entre os familiares estavam sua neta Nefer Nekhet, de 50 anos e dona de uma barbearia no Brooklyn, que disse ao "New York Daily News" que a avó tem uma saúde invejável para sua idade, já que não tem problemas de hipertensão nem diabetes.

A cuidadora da "supercentenária", a enfermeira Natalie Mhlambiso, contou ao jornal "The New York Post" que Alelia atribui sua longevidade a "acreditar em Deus e a tratar bem as pessoas", mas acrescentou que a anciã nunca ingeriu álcool e cresceu com a alimentação caseira típica do sul dos Estados Unidos.

Alelia se mudou para o Harlem em 1926 com o homem com quem se casaria naquele mesmo ano e, desde então, vive neste bairro situado ao norte do Central Park, na ilha de Manhattan.

Na comemoração foram lidas cartas do prefeito nova-iorquino Bill de Blasio, da procuradora-geral do estado de Nova York Letitia James e de outros políticos, enquanto o senador democrata Brian Benjamin considerou Alelia "um monumento do Harlem" e designou a data de 6 de julho como seu dia oficial no bairro.