Educação

SP antecipa recesso escolar de julho para 23 de março e vai até 9 de abril

SP antecipa recesso escolar de julho para 23 de março e vai até 9 de abril

A Prefeitura de São Paulo decidiu antecipar o recesso escolar de julho, que vai ocorrer entre os dias 23 de março e 9 de abril. A medida vale para estudantes, professores, auxiliares de desenvolvimento infantil e de vida escolar, estagiários, instrutores e intérpretes de LIBRAS. Ao todo, a medida alcança mais de 1 milhão de alunos e 80 mil educadores, distribuídos em mais de 4 mil escolas.

Segundo o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, "estamos tomando a mesma linha que o Governo do Estado já adotou, com a antecipação das férias a partir de segunda-feira. Temos ações conjuntas e sempre complementares".

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As novas medidas pretendem reduzir os riscos de infecção pela Covid-19 (coronavírus) em estudantes, educadores e demais pessoas que trabalham ou frequentam os espaços sob gestão da Secretaria Municipal de Educação.

O secretário municipal de Educação, Bruno Caetano, explicou: "a antecipação do recesso não trará prejuízos pedagógicos aos estudantes e professores, já que estamos antecipando o calendário da Rede Municipal. A medida será reavaliada constantemente e novas providências poderão ser tomadas seguindo as orientações das autoridades de saúde".

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Funcionamento das Escolas e Prédios Administrativos

Segundo a prefeitura, as equipes gestoras e de apoio das unidades municipais deverão reorganizar o horário de trabalho das 10h às 16h, e sem atendimento ao público externo a partir de segunda-feira (23). As escolas deverão contar, no mínimo, com a permanência de dois servidores durante o expediente. A medida é válida para segurança e controle de itens internos das escolas.

Os CEUS (Centros Educacionais Unificados) vão permanecer fechados, inclusive, para as atividades externas programadas ao ar livre. Os servidores do CEU Gestão e profissionais que atuam na UNICEU atuam em regime de plantão durante seis horas diárias e dois servidores, no mínimo.

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Os servidores dos prédios administrativos (Secretaria Municipal de Educação, Coordenadorias e Diretorias Regionais de Educação) poderão, a critério da chefia imediata, aderir ao regime de teletrabalho (home office), mas devem garantir funcionários suficientes na unidade. Mas, segundo a prefeitura, os profissionais devem permanecer à disposição durante o horário de expediente para contato telefônico ou eletrônico.