Economia

Greve geral: Confira onde metrô, trens e ônibus devem parar no país

Greve geral: Confira onde metrô, trens e ônibus devem parar no país

Em todo o país, trabalhadores do setor de transporte, bancários e professores anunciaram que vão aderir à greve geral contra o projeto de reforma da Previdência, na sexta-feira, 14. Motoristas, cobradores, metroviários, ferroviários, portuários e demais categorias ligadas ao ramo do transporte de diversos estados já aprovaram a adesão em assembleia, de acordo com a Central Única dos Trabalhadores (CUT). Nas principais capitais (São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Rio de Janeiro), os trabalhadores do transporte prometem cruzar os braços.

Confira onde o setor de transporte anunciou que vai parar, segundo a CUT:

Capital
Cerca de 50 mil motoristas e cobradores do transporte coletivo prometem parar. Metroviários anunciaram paralisação de 24 horas em todo o sistema. Ferroviários da Companhia de Trens Metropolitanos (CPTM) também aprovaram adesão, em assembleia. “Vamos fazer uma grande greve junto com as demais categorias, como metalúrgicos, professores, bancários, químicos, o pessoal dos Correios e todas as demais categorias profissionais. Amanhã não tem metrô, não tem ferrovia, não tem ônibus, não tem ninguém trabalhando”, afirmou Wagner Fajardo, coordenador do Sindicato dos Metroviários de São Paulo. A Justiça concedeu liminares (decisão provisória) que determinam o funcionamento do Metrô, da CPTM e a circulação de ônibus em São Paulo, mas a adesão à greve está mantida, segundo líderes de centrais sindicais.

Guarulhos e Arujá
Na região metropolitana de São Paulo também haverá paralisação dos ônibus. Os cerca de oito mil condutores do transporte municipal e intermunicipal (EMTU) também aprovaram adesão à greve geral.

ABC paulista
Na região do ABCD paulista, que abrange as cidades de Ribeirão Pires, São Caetano, São Bernardo do Campo, Santo André, Diadema, Mauá e Rio Grande da Serra, os motoristas e cobradores vão aderir à paralisação.

Sorocaba e região
Cerca de 10 mil motoristas e cobradores do transporte urbano, fretamento, rodoviário e suburbano de Sorocaba e de 44 cidades da região – desde a divisa do Paraná até Araçariguama – vão parar por 24 horas.

Vale do Paraíba
Já no Vale do Paraíba, que abrange as cidades de Jacareí, São José dos Campos, Caçapava, Taubaté e Guaratinguetá, os cerca de 10 mil trabalhadores que atendem a região, sendo 6.500 condutores do transporte urbano, rodoviários e fretamento, cruzarão os braços na greve geral.

Cerca de 4.500 rodoviários de Maceió aprovaram em assembleia adesão à greve geral. A paralisação afetará as principais linhas de ônibus que circulam na cidade, que são: Real Alagoas, Cidade Maceió, São Francisco, Veleiro – urbano e interestadual. Em Maceió, o metrô também não deve funcionar. Os metroviários aderiram à paralisação e cruzarão os braços por 24 horas.

Cerca de 18 mil rodoviários, motoristas e cobradores do transporte urbano, intermunicipal e fretamento, que atuam em Salvador e em Feira de Santana também vão parar. O transporte sobre trilhos, também. Os metroviários da CCR Bahia e os ferroviários da Companhia de Transportes da Bahia aprovaram participação na greve.

No Distrito Federal, os rodoviários, condutores e cobradores aprovaram em assembleia a adesão à paralisação de 24 horas. São aproximadamente 12 mil trabalhadores. O metrô também não funcionará por 24 horas na capital federal.

Em Vitória, na capital, o Sindicato dos Rodoviários do Estado do Espírito Santo notificou o sindicato patronal sobre a adesão da categoria à paralisação. Os trabalhadores em transportes dos setores urbanos, suburbanos, rodoviários, fretamento e de carga irão cruzar os braços. São aproximadamente 40 mil trabalhadores que operam nas principais linhas da cidade de Vitória.

Em Belo Horizonte, os metroviários também prometem cruzar os braços. A categoria aprovou a paralisação em assembleia realizada na Estação Central do Metrô.

O Sindicato dos Trabalhadores do Trânsito (Sindtran) promete paralisar integralmente o Detran-PA em todos os 51 municípios onde tem unidades de atendimento. A categoria também fará ato público com carro de som na Avenida Augusto Montenegro, em frente à Sede da Autarquia de Trânsito, em Belém.

Em João Pessoa, o metrô não deve funcionar nesta sexta-feira (14), greve geral da classe trabalhadora contra a reforma da Previdência. Os metroviários aprovaram adesão à paralisação que promete parar o Brasil.

Os metroviários aprovaram, em assembleia, a adesão à greve geral. Segundo a Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), que também organiza a greve junto com a CUT e demais centrais, haverá paralisação dos rodoviários em Boa Vista e Petrolina.

Em Teresina, os metroviários também vão parar contra a reforma da Previdência, em defesa da educação e por mais empregos.

O Sindicato dos Rodoviários de Petrópolis, que representa cerca de 2.600 trabalhadores na base, aprovou a participação na greve geral.

Nas cidades de Natal e Mossoró, haverá paralisação também. Os cerca de 8.000 rodoviários do transporte urbano cruzarão os braços por 24 horas. Em Natal, os metroviários também aderiram à paralisação e o metrô não funcionará por 24 horas.

Em Porto Alegre, os metroviários aderiram à greve geral e anunciaram a paralisação do metrô por 24 horas.

Em Florianópolis, em os motoristas e cobradores de ônibus também irão cruzar os braços na greve geral do dia 14 de junho.